Sinais de perda de rendimento por contaminação na fermentação alcoólica

A contaminação na fermentação alcoólica está entre as principais causas de perda de rendimento nas usinas de etanol. O problema é que ela nem sempre aparece de forma evidente.

Muitas vezes, os primeiros sinais surgem como pequenas oscilações de processo: queda gradual da eficiência fermentativa, aumento do consumo químico ou alterações nos parâmetros operacionais.

Por isso, quando a detecção demora, bactérias e outros microrganismos passam a competir com as leveduras pelos açúcares do mosto, reduzindo a produção de etanol e aumentando a formação de compostos indesejados.

Na Innove Química, acompanhamos de perto os desafios do setor sucroenergético, e além de auxiliar a identificar rapidamente os sinais de contaminação, fornecemos as soluções adequadas para fazer a diferença no rendimento fermentativo, na estabilidade operacional e nos custos da safra.

 

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Como a contaminação afeta
a produção de etanol

Durante a fermentação alcoólica, as leveduras selecionadas devem consumir os açúcares e convertê-los em etanol. Quando microrganismos contaminantes se desenvolvem, esse equilíbrio é comprometido:

  • Redução do rendimento fermentativo;
  • Consumo de açúcares por bactérias em vez de leveduras;
  • Produção excessiva de ácido lático e ácido acético;
  • Alteração do pH do meio;
  • Maior estresse celular e perda de viabilidade das leveduras;
  • Aumento da viscosidade e dificuldades na decantação.

Além da perda direta de etanol, a contaminação pode criar biofilmes em equipamentos e tubulações, dificultando a limpeza e favorecendo novas contaminações ao longo da safra.

Principais microrganismos
encontrados na fermentação

Nem toda contaminação na fermentação alcoólica apresenta as mesmas características. Alguns grupos de microrganismos são mais frequentes e exigem estratégias específicas de controle. Entre os principais estão:

  • Bactérias láticas: São consideradas as maiores responsáveis por perdas na fermentação alcoólica. Gêneros como Lactobacillus e Leuconostoc consomem açúcares e produzem ácido lático, alterando o pH e reduzindo a atividade das leveduras.
  • Bactérias acéticas: Transformam etanol em ácido acético, gerando perdas de rendimento e odor característico de vinagre.
  • Leveduras selvagens: Competem por nutrientes e podem alterar o comportamento fermentativo, além de produzir compostos indesejados que afetam a qualidade do processo.

Quais indicadores
monitorar diariamente?

A melhor forma de controlar a contaminação na fermentação alcoólica é identificar os sinais de forma precoce. Entre os indicadores que recomendamos acompanhar diariamente estão:

  • Contagem microbiológica;
  • pH do mosto e do vinho;
  • Concentração de ácido lático e ácido acético;
  • Viabilidade das leveduras;
  • Eficiência fermentativa;
  • Temperatura das dornas;
  • Formação excessiva de espuma;
  • Presença de biofilmes em tubulações.

Pequenas variações nesses parâmetros podem indicar que o processo está perdendo estabilidade, mesmo antes de ocorrer uma queda significativa na produção.

 

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Sinais de contaminação
e como evitar que impactem o rendimento

Alguns sintomas costumam se repetir nas usinas quando há crescimento microbiológico descontrolado na fermentação alcoólica. Os principais são:

  • Queda gradual do rendimento de etanol;
  • Aumento do consumo de açúcares sem ganho de produção;
  • Elevação dos níveis de ácido lático;
  • Fermentações mais lentas;
  • Oscilações de temperatura;
  • Formação de slime e biofilmes;
  • Necessidade crescente de intervenções químicas.

Para evitar esses impactos, é importante investir em:

  • Higienização adequada de equipamentos;
  • Controle rigoroso de temperatura;
  • Monitoramento microbiológico frequente;
  • Uso de biocidas compatíveis com a realidade operacional da usina;
  • Acompanhamento técnico contínuo.

Essa abordagem reduz perdas e aumenta a previsibilidade do processo ao longo da safra.

Biocidas Innove Química
para controle microbiológico

A Innove Química desenvolve soluções específicas para o controle microbiológico no setor sucroenergético, com formulações voltadas para diferentes perfis de contaminação.

INOBACTER OC 42

Biocida não oxidante à base de organo sulforoso, indicado principalmente para controle de Lactobacillus plantarum, Lactobacillus casei e Leuconostoc mesenteroides.

Reduz a produção de ácido lático, ácido acético e dextranas, contribuindo para maior produção de etanol e açúcar.

 

INOBACTER TW 40

Desenvolvido para controlar microrganismos formadores de slime orgânico, fungos e bolores. Ajuda a manter condensadores limpos e melhora a troca térmica, evitando perdas de produtividade.

 

INOBACTER QA 50

Biocida à base de quaternário de amônio, com ação sobre bactérias Gram-positivas e Gram-negativas. Possui versatilidade de aplicação e auxilia na redução de compostos indesejados gerados pela contaminação.

 

INOBACTER FC 73

Formulado à base de dióxido de cloro, é indicado para o controle microbiológico da fermentação, atuando sobre bactérias e esporos. Sua ação reduz a contaminação e melhora o rendimento fermentativo.

 

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Por que escolher a Innove Química
para evitar contaminação na fermentação alcoólica

Fundada em 2012, em Sertãozinho-SP, a Innove Química acumula experiência no desenvolvimento de soluções para o setor sucroenergético.

Contamos com:

  • Estrutura fabril moderna
  • Equipe técnica especializada
  • Produtos desenvolvidos com rigorosos padrões de qualidade, incluindo BPF e ISO 9001.

Mais do que fornecer biocidas, trabalhamos ao lado das usinas para entender cada processo, identificar as causas da contaminação e indicar a solução mais adequada para cada realidade operacional.

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Se a sua usina apresenta sinais de contaminação na fermentação alcoólica, conte com a Innove Química e biocidas de qualidade para agir rapidamente e aumentar a produtividade do seu processo.

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