A contaminação na fermentação alcoólica está entre as principais causas de perda de rendimento nas usinas de etanol. O problema é que ela nem sempre aparece de forma evidente.
Muitas vezes, os primeiros sinais surgem como pequenas oscilações de processo: queda gradual da eficiência fermentativa, aumento do consumo químico ou alterações nos parâmetros operacionais.
Por isso, quando a detecção demora, bactérias e outros microrganismos passam a competir com as leveduras pelos açúcares do mosto, reduzindo a produção de etanol e aumentando a formação de compostos indesejados.
Na Innove Química, acompanhamos de perto os desafios do setor sucroenergético, e além de auxiliar a identificar rapidamente os sinais de contaminação, fornecemos as soluções adequadas para fazer a diferença no rendimento fermentativo, na estabilidade operacional e nos custos da safra.
Durante a fermentação alcoólica, as leveduras selecionadas devem consumir os açúcares e convertê-los em etanol. Quando microrganismos contaminantes se desenvolvem, esse equilíbrio é comprometido:
Além da perda direta de etanol, a contaminação pode criar biofilmes em equipamentos e tubulações, dificultando a limpeza e favorecendo novas contaminações ao longo da safra.
Nem toda contaminação na fermentação alcoólica apresenta as mesmas características. Alguns grupos de microrganismos são mais frequentes e exigem estratégias específicas de controle. Entre os principais estão:
A melhor forma de controlar a contaminação na fermentação alcoólica é identificar os sinais de forma precoce. Entre os indicadores que recomendamos acompanhar diariamente estão:
Pequenas variações nesses parâmetros podem indicar que o processo está perdendo estabilidade, mesmo antes de ocorrer uma queda significativa na produção.
Alguns sintomas costumam se repetir nas usinas quando há crescimento microbiológico descontrolado na fermentação alcoólica. Os principais são:
Para evitar esses impactos, é importante investir em:
Essa abordagem reduz perdas e aumenta a previsibilidade do processo ao longo da safra.
A Innove Química desenvolve soluções específicas para o controle microbiológico no setor sucroenergético, com formulações voltadas para diferentes perfis de contaminação.
Biocida não oxidante à base de organo sulforoso, indicado principalmente para controle de Lactobacillus plantarum, Lactobacillus casei e Leuconostoc mesenteroides.
Reduz a produção de ácido lático, ácido acético e dextranas, contribuindo para maior produção de etanol e açúcar.
Desenvolvido para controlar microrganismos formadores de slime orgânico, fungos e bolores. Ajuda a manter condensadores limpos e melhora a troca térmica, evitando perdas de produtividade.
Biocida à base de quaternário de amônio, com ação sobre bactérias Gram-positivas e Gram-negativas. Possui versatilidade de aplicação e auxilia na redução de compostos indesejados gerados pela contaminação.
Formulado à base de dióxido de cloro, é indicado para o controle microbiológico da fermentação, atuando sobre bactérias e esporos. Sua ação reduz a contaminação e melhora o rendimento fermentativo.
Fundada em 2012, em Sertãozinho-SP, a Innove Química acumula experiência no desenvolvimento de soluções para o setor sucroenergético.
Contamos com:
Mais do que fornecer biocidas, trabalhamos ao lado das usinas para entender cada processo, identificar as causas da contaminação e indicar a solução mais adequada para cada realidade operacional.
Se a sua usina apresenta sinais de contaminação na fermentação alcoólica, conte com a Innove Química e biocidas de qualidade para agir rapidamente e aumentar a produtividade do seu processo.
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